Venha para o Festival do Interior e escolha a “Bahia” de sua preferência
Todos os sonhos são possíveis na terra da alegria e da hospitalidade, só depende do seu gosto e da sua vontade. Artesanato, folclore, comida, bebida, música, dança... é cultura que não acaba mais. Do Recôncavo à Chapada Diamantina, da região sisaleira até o sul do estado, o Festival do Interior, a ser realizado no Parque de Exposições de Salvador, nos dias 05, 06 e 07 de maio, é capaz de, num só tempo e, em um só lugar, dar singularidade e uniformidade ao imenso caldeirão chamado Bahia.
Conhecida como a capital baiana do forró, Senhor do Bonfim é uma cidade festeira, que também se destaca pela rica produção artesanal, variedade de pratos e bebidas típicas, como o mugunzá e o licor de genipapo. Já Filadélfia, a terra do feijão, é forte na agropecuária, chamando ainda a atenção pela cerâmica comunitária. Jacobina, a “cidade presépio” é excelente para os aventureiros ecológicos de plantão: grutas, trilhas, cachoeiras, quedas d’água, mas tem também lindas esculturas de pó de mármore e resina e um delicioso doce de banana na palha, porque ninguém é de ferro.
A “princesinha do sisal”, o município de Várzea Nova é admirado por sua cerâmica de barro, peças de fibras, crochê, ponto de cruz e licores com frutas da região. Para você que acredita em extraterrestres e discos voadores, Morro do Chapéu é cercado de muita magia e mistério, já para quem gosta de dados históricos, tem ainda o segundo jornal mais antigo da Bahia e o primeiro sem interrupção do interior do estado: o Correio Sertão, bem como Coronel Francisco Dias Coelho, o negro de maior importância política, sócio-econômica e cultural de sua história.
ARTESANATO - Rui Barbosa é altamente criativa, com seu artesanato mineral em granito, bordado, bijuteria, miniaturas e pinturas a óleo, se você tiver coragem, pode dar um passeio de asa delta, o esporte que domina a região. A expressão popular “comer com os olhos” deve ter sido criada em homenagem ao famoso beiju feito na hora de Piritiba.
Para aqueles que apreciam uma boa água ardente, a cachaça artesanal de Abaira é sem dúvida alguma a melhor pedida, você nem vai querer dar um gole para o santo. Sátiro Dias, a cidade das letras, é o destino dos aficionados pela cultura baiana, a fonte de onde emana o poder do povo. Rapadura feita na hora, alem do caldo de cana, melaço, batida e doce de leite são especialidades de Casa Nova.
Fé e religião também são sinônimos de Bahia. Candeias surge neste cenário com seus milagres e a força da festa religiosa. Simões Filho, o segundo pólo industrial do estado, é uma das grandes opções empresariais para quem busca progresso imediato e futuro. Para quem não resiste ao sabor forte e suculento da carne de bode, Uauá oferece buchada, viuvinha, arrumadinho, são muitas as variedade oferecidas pela capital do bode.
SAMBA - O samba está no nosso sangue. Santo Amaro da Purificação que o diga. Considerada como o berço do samba, a cidade ainda é um dos maiores pólos detentores de manifestações populares do Brasil. Reza a lenda que o baiano que não gosta de farinha não é baiano, e se é para comer a melhor farinha do estado, o lugar certo é Nazaré das Farinhas.
O que não falta à Bahia são “princesas”. O município de Barra, a princesa do São Francisco, é uma das mais antigas povoações do país, o que não falta aqui são peixes e belas esculturas de santos feitas pelos artistas locais. Se o assunto é romaria, a palavra é de Bom Jesus da Lapa. Mas se o assunto é água, Ituberá é a capital.
COMIDAS - Feijão farofado, a panelada, beiju com pasta de alho, pão de queijo e o chimango estão em Caculé. Toda a variedade de artesanato pode ser encontrado em Iaçu como toalhas bordadas, palhas decoradas, chapéus e bolsas de palha, crochê, além de velas em gel e parafina. Já os produtos naturais feito pelo guaraná, palmito de pupunha, além do cravo da Índia, dendê, pimenta do reino e pimenta da Jamaica podem ser encontrados em Ituberá, a capital das águas. Já Porto Seguro faz o resgate da cultura com os índios Pataxós e seus trabalhos em barro, cerâmica, madeira, côco, além de suas comidas típicas (cauã) e as danças características.
Como se pode ver, o estado baiano surge majestoso sob várias facetas que o compõe. Cada lugar é único, cada tradição é peculiar, mas todas, unidas, fazem uma única história: a da Bahia. Quem fizer um passeio pelos diversos estandes do Festival do Interior vai encontrar diversas surpresas da cultura baiana. O Festival do Interior nos três dias de maio vai reunir além de grandes nomes da música popular, um conjunto das autênticas manifestações da cultura baiana.
Legenda da foto:
Diversidade cultural da Bahia será mostrada no Festival do Interior